Sem "blague", é mesmo o nome do restaurante. Hoje, impedidos de encontrar o destino inicial sugerido pelo Marquês (apesar de várias tentativas) fomos obrigados a uma solução de recurso, a "Tasca da Armada", em Alcântara.
Reduzidos a quatro elementos, os "Manhosos" iniciaram as operações com um queijinho seco e um tinto alentejano, de Estremoz (parece que à entrada, vindo de onde não sei), que dá pelo nome de "Monte das Servas" (com aprovação geral menos de um que o julgou um pouco agressivo de mais) e que acompanhou calmamente toda a refeição.
Seguiram-se uns chocos com tinta (chocos, não eram choquinhos), um peito de pato com laranja e uns secretos de porco bísaro (*) que cumpriram a sua missão sem grandes alardes. O repasto caminhou para os finalmente através de um magnífico melão que arrebatou, claramente, uma medalha de prata/bronze e os habituais cafés/xiripitis que não levaram palmas.
Os quatro desta ocasião foram registados:
De assinalar que o nórdico já se aventurou para território um pouco afastado do seu "igloo", o que se pode considerar positivo.
(*) "Bísaro" é o nome que se dá no norte e centro do país ao porco esgalgado pernalto e de orelhas pendentes para distinguir do porco roliço e pernicurto do Alentejo.
(*) "Bísaro" é o nome que se dá no norte e centro do país ao porco esgalgado pernalto e de orelhas pendentes para distinguir do porco roliço e pernicurto do Alentejo.
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